Notícias

Evento debate MP da liberdade econômica e regulação ABIMED

Evento debate MP da liberdade econômica e regulação

Seminário aberto ao público discute, nesta quinta-feira (13/6), na sede da Anvisa, em Brasília, os caminhos para tornar a atuação regulatória mais efetiva a partir da edição da medida provisória que instituiu os direitos de liberdade econômica.Por: Ascom/AnvisaPublicado: 04/06/2019 08:30Última Modificação: 14/06/2019 10:07A Anvisa e a Rede de Articulação das Agências Reguladoras (Radar) realizam, nesta quinta-feira (13/6), no auditório da Anvisa, em Brasília, o evento “Medida Provisória da liberdade econômica: perspectivas e desafios para a qualidade regulatória no Brasil”. Estarão em discussão

Como tecnologias para disseminar a informação podem contribuir para o envolvimento do paciente

Os programas de prevenção geralmente exigem investimentos imediatos que geram benefícios futuros. A estratégia deve ser adotar, além de uma vida saudável, um horizonte de curto prazo (vacinas contra influenza, catapora, sarampo, etc.), de médio prazo (vacinação contra herpes zóster, verrugas genitais e tétano, etc.) e de longo prazo (rastreamento de câncer e hepatite, etc.). É responsabilidade do paciente e do sistema de saúde atuar sobre estes três horizontes.A participação do indivíduo na gestão de sua saúde também passa por transformações. Hoje, ele já está, e ficará cada vez mais, exigente. Quando procura o atendimento médico, anseia por insights e quer participar plenamente das decisões sobre sua saúde.Esse paciente utiliza dispositivos ou aplicativos de monitoração. Quer cada vez mais autonomia e ajudar a garantir que receba serviço co

Como funciona a importação de produtos de saúde?

O processo de importação envolve muitas complexidades: é necessário definir estratégias, posicionamentos e planos de ação. Inclui ainda a análise do mercado mundial, a identificação de oportunidades e ameaças, o mapeamento das competências e de pontos críticos. Para a maior parte dos produtos importados, basta pagar os impostos e taxas, o frete e começar a vender no Brasil. Mas a dor de cabeça do empresário aumenta quando é necessário uma autorização de órgãos anuentes, como o Inmetro, do Ibama ou Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).Quando o assunto são produtos médicos, a dificuldade pode ser ainda maior. A autorização é expedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que emite uma licença de importação. Para saber mais detalhes sobre qual é a licença necessária, é importante saber a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) do produto. E o processo de importação não é o mesmo, pois cada mercadoria tem a sua especificidade ou atende um nível de requisitos preestabelecidos. O procedimento é diferente na importação de uma luva cirúrgica, de uma autoclave ou uma máquina de ressonância magnética.Neste artigo, vou explicar em termos gerais parte das rotinas de importação para produtos de saúde, um setor em franco crescimento. Para isso, é necessário falar de algumas normas e tratativas da Anvisa e mostrar como está a ‘saúde’ deste segmento no Brasil. Além disso, vou abordar sobre como um software para comércio exterior pode ser um importante aliado para ganhar eficiência neste vai e vem burocrático.A ideia do texto é dar subsídio para a tomada de decisão, aproximar quem quer comprar de quem precisa vender, viabilizar parceiras, ampliar e otimizar oportunidades. Vamos lá!O mercado de produtos de saúde no BrasilDe acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (Abimed), este segmento tem participação de 0,6% no PIB brasileiro, conta com mais de 13 mil empresas e gera em torno de 140 mil empregos. Já a Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde (Abraidi) traz outros dados interessantes. A organização tem um papel relevante no advocacy do segmento: seus 304 associados geram mais de 13.600 empregos e são responsáveis por uma receita de R$ 5,5 bilhões. Somente em 2017, estas empresas foram responsáveis pela venda de R$ 1,35 bilhão em produtos para saúde ao SUS. Em tempo, cerca de 45% dos produtos, materiais e equipamentos consumidos, tanto na saúde
Um exame de colesterol turbinado ABIMED

Um exame de colesterol turbinado

A rede de laboratórios Dasa traz ao Brasil o Cardio ID. Trata-se de um novo exame que avalia as partículas de colesterol no sangue e determina a propensão a doenças no coração.“Uma nova metodologia permite avaliar e contabilizar as subfrações do colesterol LDL, o ruim, e do HDL, o bom”, conta o patologista Gustavo Campana, diretor médico de análises clínicas da empresa.Sabe-se que algumas dessas variações representam um maior risco de formaç

Crânio preservado

Chega ao mercado dispositivo não invasivo criado por startup paulista para monitorar a pressão intracraniana.Os médicos intensivistas do Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, contam desde o ano passado com um novo dispositivo que monitora de forma não invasiva um parâmetro importante em pacientes de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Um pequeno sensor colocado na cabeça, sobre o cabelo, e preso por uma faixa (head band), transmite dados sobre a pressão intracraniana via cabo a um monitor à beira do leito de pessoas que sofreram traumatismo craniano ou acidente vascular cerebral (AVC), apresentam hidrocefalia ou tiveram outras patologias cerebrais – os chamados pacientes neurocríticos.Resultado de um esforço de pesquisa iniciado há 12 anos no Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP) e apoiado pela FAPESP por meio de cinco auxílios do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), o aparelho tem atraído a atenção de neurologistas e ganhado prêmios por seu caráter inovador. Ele consegue monitorar a pressão dentro do crânio sem a necessidade de furar a calota craniana e inserir um sensor no interior do cérebro, o procedimento mais utilizado para a medição (ver Pesquisa FAPESP nº 221).A brain4care, startup que desenvolveu e comercializa essa solução, já firmou um segundo contrato com a Rede D’Or, rede hospitalar com unidades no Rio de Janeiro, em São Paulo e em outras capitais. Há também seis negociações para venda do dispositivo praticamente concluídas e outras 20 em estágio menos avançado, de acordo com Plínio Targa, sócio e CEO da empresa. Segundo ele, a brain4care, cuja sede fica em São Carlos, no interior paulista, deve atingir o equilíbrio financeiro da operação brasileira com a comercialização de 180 sensores.A expectativa é de que esse objetivo seja alcançado em meados de 2020.O projeto que deu origem ao dispositivo nasceu a partir de uma inquietação pessoal do físico e químico carioca Sérgio Mascarenhas Oliveira, professor aposentado da USP, hoje com 91 anos.Em 2006, ele foi diagnosticado com hidrocefalia, enfermidade caracterizada pelo acúmulo de líquido no cérebro. Inicialmente, no entanto, os médico
Página 1 de 289)

Desenvolvido por MakeIT Informática