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Walban Damasceno, diretor da BD, assume a presidência do Conselho de Administração da ABIMEDWalban Damasceno, diretor da BD, assume a presidência do Conselho de Administração da ABIMED

Walban Damasceno de Souza, Diretor de Unidade de Negócio da Becton Dickinson (BD), assume a presidência do Conselho de Administração da ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde para o biênio 2020-2021. Simone Agra, Gerente Geral da Edwards Lifesciences para a América Latina, ocupa a vice-presidência.Advogado com especialização em Direito Público Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Souza possui mais de 25 anos de experiência em indústrias de produtos médicos e farmacêuticos. Antes da BD, ocupou cargos na Bristol Myers Squibb, Takeda Pharma e Alcon Laboratórios do Brasil. Ativo na defesa setorial da saúde, é também presidente do conselho da ABIIS (Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde) e Diretor dos conselhos da ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos) e da CBDL (Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial).Simone Agra é a primeira mulher a ocupar a vice-presidência do Conselho de Administração da ABIMED. Com 30 anos dedicados à Saúde, assumiu posições de gestão regio
Longevidade vai depender cada vez mais da tecnologia ABIMED

Longevidade vai depender cada vez mais da tecnologia

Em dezembro, escrevi uma coluna sobre livro que prevê que centenários se tornarão algo corriqueiro nos próximos anos. Para o fim de janeiro, uma outra obra pretende chacoalhar certezas: “The future is faster than you think” (“O futuro é mais rápido do que você pensa”) trata de mudanças que vão acontecer na década que se inicia ano que vem. Seu autor, Peter Diamandis, é cofundador da Singularity University, instituição do Vale do Silício mantida em parceria com a Nasa, e já tem dois best-sellers: “Abundância: o futuro é melhor do que você pensa” e “Bold: oportunidades exponenciais”. Segundo ele, as inovações se dão em tal ritmo que a aceleração alimenta mais aceleração e o mundo nunca mais será o mesmo.Diamandis lista sete forças que alimentam as mudanças. Em primeiro lugar vem a abundância
Tecnologia é importante aliada para tratamento de câncer de próstata ABIMED

Tecnologia é importante aliada para tratamento de câncer de próstata

O câncer de próstata é um dos mais comuns do mundo. É a segunda neoplasia mais diagnosticada, atrás apenas do câncer de pele.A boa notícia é que atualmente a medicina possui tecnologias de diagnóstico e de tratamento bastante avançadas, como é o caso da cirurgia robótica.Mas antes de explicar como esses procedimentos têm salvado a vida de muitos homens, é importante entender qual é a funcionalidade da próstata e quais os sintomas que podem indicar a formação de tumores.Leia também:Rede de cuidados é fundamental para tratamento de câncer de próstataInteligência artificial ajuda a diagnosticar câncer de mama, diz estudoO que é próstataPróstata é a glândula responsável pela produção do esperma, localizada abaixo da bexiga e à frente do reto. Por ela, passa a uretra, canal responsável por conduzir a urina e o esperma para o pênis. Do tamanho de uma noz, essa glândula pode gerar tumores benignos ou malignos, que podem evoluir para o temido câncer.SintomasNo início, o câncer de próstata não apresenta sinais, podendo levar até 10 anos para que o paciente comece a sentir alguma coisa.Quando aparecem, os sintomas mais comuns são:- Vontade frequente de urinar (inclusiv
Tecnologia na saúde mental da mulher: aliada ou vilã? ABIMED

Tecnologia na saúde mental da mulher: aliada ou vilã?

Inteligência artificial? Assistentes virtuais? Internet das coisas? Os usos desses complexos termos tecnológicos propagam-se cotidianamente nos noticiários e progressivamente compõem a linguagem habitual dos cidadãos comuns, aqueles não versados na hermética ciência do mundo da tecnologia da informação. Esta realidade midiática não surpreende, na medida em que – segundo pesquisa de 2018 do BankMyCell – foi evidenciada a existência de mais telefones celulares que pessoas no mundo (um excedente de quase 1 bilhão de aparelhos).Nesse contexto, a área da saúde vem passando também por revoluções tecnológicas, ainda que em cadência mais lenta, face a questões regulatórias e éticas próprias ao meio. Hoje qualquer pessoa com um simplório modelo de celular pode monitorar seu padrão de sono; nível de atividade física por meio da contagem de passos e quantificar a ingestão nutricional, apenas para citar alguns parâmetros. Na contramão do exposto, o uso excessivo dos mobiles também pode trazer reconhecidas consequências negativas, a saber: isolamento social, insônia, aumento dos níveis de ansiedade e depressão etc.No âmbito da saúde mental, as novidades compreendem algoritmos de inteligência artificial, conjuntos de regras operadas de forma automatizada por uma máquina. Alguns estudos indicam que eles são capazes de predizer, de forma mais precisa que um psiquiatra, qual a chance de um determinado paciente tentar suicídio, a partir da análise de su
Prótese de baixo custo dá novo rosto a sobrevivente de câncer em São Paulo ABIMED

Prótese de baixo custo dá novo rosto a sobrevivente de câncer em São Paulo

Denise Vicentin se olha no espelho e cai em prantos. Após perder um olho e parte da mandíbula por causa de um câncer, ela ganhou um novo rosto graças a uma prótese desenhada digitalmente."Hoje eu posso dizer que será melhor andar na rua, não tem explicação", conta à AFP Denise, de 53 anos, em uma clínica de São Paulo, após receber a prótese para a parte que faltava de seu rosto.Cientistas da Universidade Paulista estão usando smartphones e impressoras em 3D para criar impressões faciais digitais, usadas para fazer próteses de silicone. O método pioneiro reduziu os custos e reduziu pela metade o tempo de produção."No passado, levávamos muito mais tempo de trabalho, horas de escultura à mão, além de ter um processo mais invasivo com as cópias do rosto do paciente com materiais na face", diz Rodrigo Salazar, o principal pesquisador da técnica."Hoje, com um celular na mão e fotos do mesmo, fazemos um modelo em 3D", acrescentou.Denise é uma das 50 pacientes tratadas por Salazar e seus colegas desde 2015. A técnica empregada por eles foi publicada no ano segu
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