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Danielle Chu destaca a importância do equilíbrio de gêneros na alta hierarquia das empresas

General Manager para a América Latina da Penumbra, Inc., Danielle Chu possui experiência de mais de 20 anos em grandes empresas do segmento de tecnologia em saúde. Formada em Biomedicina pela Unisa, com MBA em Marketing pela ESPM, a executiva está há oito anos na atual empresa, e há dois assumiu o cargo que a coloca diante da responsabilidade de gerir uma extensa área, que abrange os países de toda a região LATAM. Nesta entrevista, ela fala sobre sua atuação como executiva de uma multinacional do segmento de medical devices e sobre outras questões que envolvem o universo feminino. Gostaríamos de começar falando sobre seu atual cargo, como general manager de América Latina da Penumbra. De modo geral, quais são suas principais responsabilidade neste posto?Há dois anos, assumi o cargo de gerente-geral da Penumbra para América Latina, mas estou na empresa há quase oito. Tive a oportunidade de abrir a filial no Brasil e hoje tenho como responsabilidade vendas, marketing e back-office Penumbra LATAM. A Penumbra é uma empresa de medical devices, com matriz na Califórnia, na cidade de Alameda. Uma empresa que tem um foco muito grande no tratamento do AVC, pois foi assim que nós começamos. Hoje trabalhamos em diversas áreas com produtos para o tratamento de trombose arterial, venosa e inclusive trombose pulmonar. Temos ainda outras divisões, continuamos expandindo o portfólio, mas nosso principal foco no Brasil ainda é o tratamento do AVC isquêmico. O escritório fica em São Paulo, mas temos representação sobre uma extensa região, que inclui o México, toda a América Central e o Cone Sul. Quantas pessoas estão mais diretamente ligadas à sua coordenação?São 15 pessoas no total e que trabalham nas áreas que citei, de marketing, vendas, finanças, regulatória e de qualidade. Em sua área de atuação, como se configura hoje o cenário para as lideranças femininas? Dentro da Penumbra é um cenário muito interessante, porque 55% dos executivos são mulheres. A nossa presidente internacional é uma mulher, a presidente da Europa também, e temo

Mídias sociais e difusão de conhecimentos sobre cuidados em saúde

A pandemia fez com que a opinião pública voltasse os olhos para a saúde. Nessa nova dinâmica de busca por informações a respeito da Covid-19 e de vacinas, a internet desempenhou um importante papel, tanto para quem procurava quanto para os que ofereciam conteúdo. Nos últimos anos, profissionais da área de saúde viveram a ampliação do seu poder de disseminação de conhecimento por meio das redes sociais. Plataformas como Instagram, TikTok e YouTube, entre outras, possibilitam que médicos, enfermeiros, nutricionistas, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas e afins compartilhem com o público conhecimentos específicos das suas áreas de atuação. Clínicas e demais centros de saúde também podem se beneficiar do ambiente digital. Em contrapartida aos vídeos, textos e demais conteúdos postados, os profissionais de saúde recebem reconhecimento e ampliam o network

Iniciativas ESG de organizações de Saúde e o que elas trazem de benefícios para as instituições e seus públicos-alvo

Sustentabilidade ambiental, responsabilidade social e governança corporativa são os elementos que fazem parte do ESG – sigla que vem do inglês Environmental, Social and Governance. Há décadas são temas trabalhados por várias empresas, mas recentemente ganharam maior importância como parte da estrutura organizacional, orientando as práticas empresariais, inclusive como vetor de investimento e de estratégia de negócios. Uma organização de Saúde que tenha implantado o ESG gera, automaticamente, benefícios para a sociedade ao reduzir o impacto ambiental. As práticas de ESG aproximam mais uma empresa de seus clientes, considerando cada vez mais a preocupação destes com direitos humanos, diversidade, eficiência energética, redução de custos e aumento da eficiência. Praticar o ESG também aprimora a relação com a comunidade, aumenta o número de pessoas atendidas e melhora a qualidade de vida dos pacientes.

ABIMED oferece treinamento em Compliance e Código de Conduta

Instituído com o objetivo de conscientizar para a importância do comportamento que esteja de acordo com padrões éticos na administração pública e privada, o Dia Nacional da Ética é celebrado em 2 de maio. Aproveitando a data, a ABIMED está lançando um curso no formato EAD sobre Compliance e Código de Conduta Treinamento do Código de Conduta 6ª versão | ABIMED. Oferecido a todos os associados por meio de uma plataforma digital, o programa é constituído de dois módulos e oferece certificado de participação.Com duração de 15 minutos cada, os dois módulos do treinamento contam co

ABIMED debate as iniciativas de inovação aberta durante a #Fisweek

Em 4 de maio, a ABIMED foi convidada a apresentar um painel no evento #Fisweek, um dos maiores encontros de lideranças e especialistas de diversos setores da saúde na América Latina. O tema abordado foi “Implicações da inovação aberta em saúde”, com a moderação do presidente executivo da Associação, Fernando Silveira Filho, e a participação de dois importantes especialistas no assunto.O primeiro a se apresentar foi o engenheiro Marco Belgo, CEO do InovaHC, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), onde também desenhou e implantou o InLAB – Innovation and A.I. LAB. Por esta perspectiva do um hub de inovação, ele falou sobre a importância de firmar parcerias com a indústria para trazer mais tecnologia para o setor de saúde. “Nós começamos a discutir o tema da inovação aberta a partir do nosso programa aqui no Hospital das Clínicas, porque tínhamos aquela ideia de que, realmente, para fazer diferença, precisaríamos trabalhar dessa maneira. Sair daquela ideia de que a nossa base de conhecimento interno traria a inovação de que necessitávamos, por mais qualificada que seja. Partimos da convicção de que as bases de conhecimentos que estão em outras empresas e universidades, mesmo que de outros segmentos, tinham uma importância tão grande quanto a nossa”, declarou. O especialista acrescentou que, ao fazer essa parceria, a intenção sempre foi buscar um programa que fizesse sentido para a saúde, a fim de realmente resolver problemas, sempre focando na jornada do paciente, para torná-la mais rápida e mais adequada ao que as pessoas esperam. “Durante esse processo percebemos que ao fazer essa troca de informações, muitas inovações que não faziam sentido aqui dentro, ao se tornarem permeáveis, foram para outros locais onde fizeram muito mais sentido. E a recíproca é verdadeira. Muitas coisas que tínhamos problemas para resolver, encontraram solução quando começamos a trabalhar com a indústria. Esta é a grande riqueza desses programas de inovação aberta, porque você realmente consegue potencializar algo”, explica Belgo.O CEO do InovaHC lembra que o programa de in
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