Notícias

Congresso da Quarta Revolução Industrial

Entre os dias 30 de novembro e 1 de dezembro, aconteceu o Congresso da Quarta Revolução Industrial, evento virtual, que discutiu os avanços e desafios que a América Latina enfrenta em termos de tecnologias emergentes, e que teve o apoio da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (ABIMED), uma das fundadoras do C4IR Brasil e que tem seu

ABIMED destacou a importância da educação continuada em evento da #FISWeek

A ABIMED participou da #FISWeek, uma série de eventos simultâneos digitais dividida em #FIS21, evento de Liderança da Saúde; #SYM21, o primeiro evento ESG (Environmental Social Governance) do setor de Saúde da América Latina, e #ComMeets21, com as empresas que impactam a saúde gerando conteúdo. A entidade ficou respons

Coluna Mulheres em Foco | Andrea Nocelli

Confira entrevista com Andrea Nocelli, Head de Education Services na Siemens Healthineers, que foi uma das articulistas da Nota Técnica ABIMED de Transformação Digital na Saúde sobre educação continuada e participou recentemente de um painel sobre o mesmo tema.1. Conte um pouco sobre sua trajetória profissional (mini-bio)Sempre gostei muito de estudar e tive o apoio dos meus pais, que não tiveram as mesmas oportunidades. Aos 21 anos me formei em Biomedicina, curso pelo qual me encantei enquanto pesquisava a grade curricular de diversas faculdades da área de biológicas, área essa com a qual sempre me identifiquei. A Biomedicina me permitiria atuar em um campo de interface entre biologia e saúde humana. Na especialização em Biologia Molecular, meu projeto era focado na replicação, transcrição, tradução e biossíntese do HIV-1 e genética da resistência humana à AIDS. Parte dos meus estudos me permitiram uma proximidade com pacientes soropositivos para HIV e pacientes com diagnóstico clínico de AIDS. Isso despertou em mim o desejo, não só de atuar na área da saúde, mas também de atuar com pessoas.Ao longo de minha jornada profissional trabalhei com análises clínicas, banco de sangue, em hospitais, laboratórios, até considerar que a experiência adquirida deveria ser compartilhada, chegando assim, à assessoria científica, cujo principal objetivo sempre foi garantir a confiança dos profissionais na liberação dos resultados dos exames dos pacientes. Nessa área fui trilhando minha trajetória profissional, sempre estudando, percorrendo os caminhos que estavam alinhados ao meu propósito de vida.Só que a assessoria cient

Coluna Mulheres em Foco | Elisabete Murata

Confira entrevista com Elisabete Murata, Diretora de Soluções Educativas para a América Latina na Johnson & Johnson Medical Devices, que foi uma das articulistas da Nota Técnica ABIMED de Transformação Digital na Saúde sobre educação continuada e participou recentemente de um painel sobre o mesmo tema.1. Conte um pouco sobre sua trajetória profissionalA minha primeira entrevista de estágio foi para uma vaga de robótica de uma grande empresa internacional na área de automação industrial. Algo que fazia sentido já que estava cursando os últimos anos de engenharia elétrica na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Mal poderia imaginar que, mais de 25 anos depois, meu sonho de trabalhar com robótica se tornaria realidade na posição de líder de Educação Médica da Johnson & Johnson na América Latina.Gosto de pensar na minha carreira em três grandes blocos até o momento: um terço em tecnologia e gerenciamento de projetos na Motorola, e depois na Johnson: um terço em vendas e marketing, e um terço em educação. Apesar de indústrias completamente diferentes, o fator mais importante na escolha dos caminhos que segui foi definitivamente o propósito de tornar a vida das pessoas melhor. Na Motorola, com a implementação dos primeiros sistemas celulares no Brasil, estava melhorando a infraestrutura de comunicação em lugares às vezes tão remotos que não havia nem telefonia convencional. Na Johnson, me encantei pelo mercado de saúde, e por trabalhar em uma empresa que investe em tecnologia para melhorar o tratamento de milhões de pacientes. E depois, ainda na Johnson, me apaixonei por educação. Como disse Nelson Mandela: “Educação é a arma mais poderosa que podemos usar para mudar o mundo”.Sabemos que as grandes inovações disruptivas acontecem na intersecção de várias disciplinas. Te

Crescer no pós-pandemia

Não é surpresa para ninguém que a pandemia do Covid-19 afetou todos os segmentos no país. Inclusive as empresas do setor de dispositivos e equipamentos médicos, que além de procurarem atender a grande demanda no pico da crise sanitária, ainda tiveram de lidar com aumento no valor de insumos e redução da isenção do ICMS nos produtos para saúde. Apesar de tudo, o cenário pós-pandemia apresenta uma tendência a crescimento. Esse otimismo ficou claro no recente levantamento feito pela ABIMED junto às associadas. Segundo os dados obtidos, 66% das empresas devem fechar 2021 em crescimento. Isso mesmo com 42% das empresas registrando queda na receita e 30% deixando de investir.Segundo a mesm
Página 4 de 326)

Desenvolvido por MakeIT Informática