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Mercado Aberto: Consolidação renal

A rede de clínicas para tratamentos renais DaVita, de origem americana, planeja investir aproximadamente R$ 180 milhões em sua operação brasileira em 2019.A companhia, que adquiriu na última quinta-feira (10) a Nefrolog, de Santo André (SP), continuará a comprar concorrentes neste ano

Indústria da tecnologia investe em soluções para melhorar a saúde

Depois de a indústria automobilística tomar conta da Consumer Eletronics Show (CES), maior feira de eletroeletrônicos do mundo, a saúde é o mais novo filão do evento realizado na última semana em Las Vegas. É um reflexo do crescente interesse das empresas de tecnologia pelo setor. Com inteligência artificial e conectividade, elas apostam em soluções que podem reduzir riscos à saúde ou melhorar avida de quem tem uma deficiência, por exemplo. Vahid Sahiholnasab, presidente executivo da Medical Wearable Solutions, observou que o investimento em produtos inéditos numa área de alta demanda como a saúde ajuda a atrair investidores. A companhia apresentou, por exemplo, óculos inteligentes que sugerem ao usuário correção na postura enquanto navega no celular o un

Anvisa abre consulta pública sobre dispositivos médicos de uso único ou reutilizáveis

Alguns produtos para a saúde podem ser utilizados mais de uma vez, ser reprocessados, em condições de segurança. Essa prática confere maior vida útil e uso aos produtos enquanto apresentarem eficácia e funcionalidade. Há normas que regulamentam essa utilização contínua.Produtos para saúde passíveis de processamento são aqueles que permitem repetidos processos de limpeza, desinfecção ou esterilização, podendo, portanto, ser reutilizados – desde que obedeçam à normatização vigente. Esse reprocessamento não deve ser repetido indefinidamente: há um momento em que a qualidade do produto – no que diz respeito à sua eficácia e funcionalidade – já não corresp

Imprimindo inovação

De tempos em tempos, uma novidade tecnológica aparece com o rótulo de que vai transformar o mercado, acabar com profissões e mudar a forma de trabalho. Foi assim com a Revolução Industrial e a invenção da máquina com a eletricidade, com o computador, com a internet e, mais recentemente, com o smartphone. Agora, entram na lista blockchain, internet das coisas e, claro, a impressão 3D. Essa última, em análises mais futuristas, revolucionaria não só a indústria mas diversos outros setores da economia — da saúde à moda. Segundo o relatório O Futuro do Trabalho 2018, do Fórum Econômico Mundial, 49% das empresas brasileiras, de áreas diferentes, pretendem investir nas três dimensões até 2022 e, de acordo com um estudo do banco americano Goldman Sachs, essa é uma das oito tecnologias que vão mudar os negócios.Desde quando surgiu uma das primeiras patentes de impressoras 3D, ainda na década de 80, o método melhorou muito. A máquina era cara, lenta (demorava mais de um dia para imprimir um objeto de 10 centímetros, o que hoje pode ser feito em menos de uma hora) e estava limitada ao polímero. Foi por meio do investimento de universidades e de grandes empresas, como HP e GE, que o processo se tornou mais rápido e barato — além de ganhar “cargas" que vão de insumos industriais a órgãos humanos.A versatilidade desse dispositivo é tão atraente que os interessados pela tecnologia crescem. De acordo com um estudo da consultoria Wohler Associates, o número de fabricantes dessas máquinas aumentou de 97, em 2016, para 135, em 2017. Entre os entusiastas está a Nasa, que pagou 125000 dólares para uma empresa texana desenvolver um aparato de impressão de comida para os astronautas — o que revolucionaria a alimentação no espaço. Mas não é preciso ir até Marte para desfrutar da gastronomia das máquinas. “Imagine fazer uma sobremesa para convidados ou amigos em sua casa e ela ser impressa no momento? Isso já existe. Há padarias imprimindo bases de tortas”, diz Luis Rasquilha, CEO do Inova Consulting, consultoria especializada em inovação.Ao alcance das mãosMas engana-se quem pensa que o maquinário fica restrito às empresas e às universidades. “Assim como hoje, quando você precisa imprimir seu TCC vai até uma gráfica, haverá locais para imprimir projetos, protótipos e peças em 3D”, afirma Cláudio Raupp, presidente da HR E esses lugares já estão começando a surgir. Um deles é o Bricolab, oficina de bricolagem da companhia de mater

Google e Walgreens se unem para projetos na área da saúde

Uma nova parceria entre a Walgreens Boots Alliance (WBA) deve trazer vários projetos destinados a melhorar os resultados de saúde para seus pacientes e funcionários. A WBA trabalhará com a Verily, empresa do grupo Alphabet e braço do Google neste setor, em vários projetos focados em pacientes com condições crônicas e redução do custo dos cuidados.“Estamos focados em encontrar maneiras inovadoras de fornecer melhor atendimento ao paciente a custos mais baixos e trabalhar com os parceiros de saúde certos para ajudar a trazer novos serviços e soluções para nossos pacientes
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