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Mercado de equipamentos, produtos médico-hospitalares e diagnóstico cresce mais do que a média da economia brasileira

Abimed apresentará balanço do setor em sua reunião anual. O mercado de equipamentos e produtos médico-hospitalares e de diagnósticos fechará 2011 com um crescimento estimado de 19% - atingindo um faturamento R$ 13,5 bilhões - superior à média de crescimento da economia brasileira, que ficará abaixo dos 4.5%. O setor registrou ainda expansão recorde no número de empregos, - 6 mil novos postos de trabalho – duplicando as expectativas para o período. O Brasil é um dos seis maiores mercados mundiais em equipamentos e produtos médico-hospitalares. Os dados sobre o desempenho do setor serão apresentados pela ABIMED- Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares na próxima terça-feira, 6 de dezembro, às 17 horas, durante even

Vento a favor

Informa a Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares: este ano,

Revista Valor Setorial - Hospitais, Equipamentos e Serviços Médicos

Prezados Senhores, Trata-se de uma publicação do Valor Econômico

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Prezados Senhores, Trata-se de uma publicação do Valor Econômico

Saúde e protecionismo

- Em entrevista ao Valor em 30 de dezembro, o ministro da Saúde anunciou que, em breve, o governo pretende instituir uma margem de proteção de 25% para os produtores nacionais de bens e serviços adquiridos pelo Ministério da Saúde. Ou seja, o governo se dispõe a pagar 25% a mais por esses bens, desde que sejam produzidos em território nacional e não importados. O argumento que o ministro apresenta é que o déficit comercial do setor de saúde é grande e está crescendo, ou seja, importamos mais do que exportamos equipamentos hospitalares, medicamentos e outros itens relacionados.A matéria no Valor também revela que quem articula o lobby da indústria da saúde é o ministro da Saúde do governo anterior. Teria sido ele quem concebeu a política de proteção aos produtores locais, mas não a teria conseguido implantar devido ao pouco entusiasmo do presidente Lula. Pelo que se depreende da notícia, essa falta de entusiasmo não contagia a atual presidente da República.A confirmar essa notícia, ficaria caracterizada uma situação extraordinária na área da saúde pública. O governo reclama que não tem recursos para melhorar o atendimento da população, apesar de o orçamento do Ministério da Saúde ser, em 2012, 16,2% superior ao de 2011 - o maior salto entre os principais ministérios. Infelizmente, entretanto, o governo parece estar disposto a gastar mais desse dinheiro para a ""criação de musculatura na indústria brasileira"", segundo os técnicos do governo ouvidos p
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