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Uso racional de energia reduz impactos ambientais

Eficiência energética e sustentabilidade andam de mãos dadas. No caso de empreendimentos de grande porte, como hospitais, essa relação é ainda mais sensível. O alto consumo de energia durante 24 horas por dia e pressões da demanda fazem com que o consumo de energia elétrica seja crucial em hospitais. Por isso, o que pode ser feito quando pensamos em uso racional com vistas a reduzir o impacto do empreendimento sobre o meio ambiente? Diferentemente de muitas indústrias e edifícios de serviços, hospitais não têm o poder de decidir reduzir o uso de lâmpadas, ar-condicionado e computadores em determinados momentos do dia. Por isso, cortar gastos não é uma tarefa simples. Para sair desse impasse é preciso usar a tecnologia a favor – tanto na área técnica quanto financeira e de gestão. Com conhecimento pormenorizado a respeito do real uso de energia dentro do hospital, responsabilidade e criatividade, é possível reduzir os gastos sem prejuízo à atividade. Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que estar bem-preparado em termos de eficiência energética implica pensar não só na energia fornecida pela rede pública, mas também em gás, água e diesel para as usinas geradoras. A gestão desses recursos precisa estar integrada em um único plano energético, que leve em conta os gastos reais do passad

Gestão ambiental nas instituições de saúde

A gestão ambiental é uma questão central para as instituições de saúde, especialmente por se tratar de um setor com alta geração de materiais descartados, sendo parte significativa desses classificada como resíduos tóxicos. A coleta seletiva de todos os materiais e o descarte correto do lixo hospitalar fazem parte das políticas de responsabilidade social e ecológica, mas outras medidas integram essa política de gestão ambiental. O uso rac

Compliance da saúde no mundo pós-Covid

A pandemia fez os olhos de todo o mundo se voltarem para o setor da saúde. Hospitais, laboratórios de diagnósticos e afins tornaram-se, em 2020, centros de convergência de demandas e expectativas sociais nos cinco continentes. Outro universo a ganhar atenção no período foi a governança empresarial, tanto nos aspectos ambiental e social quanto no corporativo. Mas como essas duas tendências se comunicam? Para as empresas do segmento, a combinação desses fenômenos é crucial. Essa convergência já está acontecendo, e deve se intensificar nos próximos anos. De acordo com o estudo “O mercado Global de Governança, Riscos e Compliance até 2025”, desenvolvido pela Bravo Research, o mercado de Governança, Riscos e Compliance (GRC) no Brasil terá um crescimento anual médio de 10,8% no setor de saúde até 2025, atrás

Ética e competitividade entre empresas

A competitividade é um elemento fundamental para a sobrevivência das empresas no mundo corporativo. Hoje, esse aspecto está fortemente vinculado às práticas éticas, que partem do pressuposto de não prejudicar o concorrente, respeitando os valores estabelecidos em sociedade e que permeiam as organizações. Ser competitivo hoje não é mais uma questão de "vencer" seu concorrente na disputa por clientes ou por espaço de mercado, mas sim atuar de acordo com regras tácitas e explícitas do que é certo e errado. A credibilidade e a imagem da empresa são fortalecidas quando existe ética em sua atuação. Um negócio que tem padrões éticos bem estabelecidos – e que são seguidos – inspira também seus funcionários nas mesmas práticas, gerando engajamento e desenvolvimento.A ética impede a destruição mútua entre as corporações e quando ela é integrada ao ambiente de negócios de mo

Telemedicina aplicada a procedimentos clínicos

A pandemia de Covid-19, a partir de março de 2020, resultou na ocupação da maior parte do potencial de atendimento do sistema de saúde – público e privado – aos infectados pelo coronavírus. Isso fez com que o atendimento a outras enfermidades tivesse queda. A necessidade de solucionar essa equação acelerou a telemedicina, que, até então, vinha sendo aplicada de maneira restrita.Tecnologias semelhantes às usadas para o trabalho remoto passaram a ser empregadas também no atendimento em saúde. De forma não presencial, médico e paciente trocam informações para buscar um diagnóstico e definir possibilidades de tratamento. No entanto, quando a pandemia começou ainda não havia precedentes a orientar sobre procedimentos para um atendimento eficiente.Uma das iniciativas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi incluir a telemedicina no Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar (TISS). Na esfera pública, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece o programa Telessaúde Brasil Redes, pa
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