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Termina mandato do diretor Fernando Mendes ABIMED

Termina mandato do diretor Fernando Mendes

Mendes exerceu o cargo de diretor da Anvisa por quase cinco anos, entre 15 de outubro de 2015 e 31 de março de 2020.Termina nesta terça-feira (31/3) o mandato do diretor Fernando Mendes na Anvisa. Mendes ficou por quase cinco anos no cargo, entre 15 de outubro de 2015 e 31 de março de 2020. De acordo com o diretor, “quando assumi pela primeira vez, fiz um pacto institucional no qual me coloquei em submissão aos preceitos, valores e metas desta Agência”.Em seu último dia de mandato, o diretor apresentou um relatório de gestão com as principais ações

Produção de novos respiradores levará pelo menos 15 dias

Os principais fabricantes de respiradores do País não têm estoque do equipamento para entrega imediata e devem levar ao menos 15 dias para fornecer uma nova leva de aparelhos para os hospitais. Os aparelhos são essenciais para a manutenção da vida de pacientes com quadros graves de infecção pelo coronavírus. Sem a possibilidade de novas entregas imediatas, o País pode iniciar o período de pico da doença sem respiradores suficientesO diagnóstico sobre a capacidade produtiva e o estoque disponível desses aparelhos foi feito pelas indústrias de equipamentos médicos após o Ministério da Saúde consultá-las, na semana passada, sobre a possibilidade de produção de 15 mil novos respiradores para atender o Sistema Único de Saúde (SUS) durante o surto de coronavírus."O ministério solicitou apoio das associações da indústria para identificar qual o grau de disponibilidade de 15 mil equipamentos. O que tivemos de resposta dos associados foi que a disponibilidade para entrega imediata é praticamente nula e só teremos algum grau de disponibilidade em 15 dias. Para ter um estoque maior, imagino que leve de 30 a 45 dias", disse ao Estado Fernando Silveira F

Indústria corre para tentar suprir demanda explosiva de respiradores por Covid-19

Fabricantes nacionais e importadores estão correndo contra o tempo para conseguirem ampliar a oferta no Brasil de equipamentos essenciais para salvar a vida de pacientes graves de Covid-19, antes que o número de casos coloque em colapso o sistema de saúde do país, considerado um dos maiores do mundo.Entre os equipamentos mais procurados estão os respiradores, também chamados de ventiladores e que levam oxigênio aos pulmões, auxiliando na inspiração e expiração nos casos em que o coronavírus reduz drasticamente a capacidade de respiração dos infectados.O que até o ano passado representava uma demanda de algumas poucas centenas de aparelhos por fabricante nacional, agora passou à casa de milhares.“De 15 dias para cá, o telefone não para de tocar. A demanda está sendo geral, agente públicos, privados, secretários de Saúde, governadores. Há uma mobilização por estes aparelhos”, disse o diretor comercial da VentLogos, Eduardo Val. A empresa afirma ser a única fabricante do país a produzir ventiladores que não precisam de componentes importados.“A demanda antes da crise no final do ano passado era de 150 a 200 equipamentos (por mês). Agora a nossa capacidade de produção está toda ocupada em 300 unidades”, disse Val, afirmando que o setor está vendo necess

Esclarecimentos sobre priorização de CBPF e produtos

Medidas foram adotadas para viabilizar o acesso rápido e em grande volume a produtos que possam ser utilizados no enfrentamento da pandemia de Covid-19.A Anvisa publicou, nesta quarta-feira (25/3), esclarecimentos sobre a priorização de análise de processos de Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) e de produtos relacionados ao enfrentamento da Covid-19. As explicações referem-se à Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 346/2020, que trata dos mecanismos alternativos e temporários para emissão de CBPF, e à RDC 348/2020, que viabilizou a avaliação e o consequente acesso prioritário aos produtos para diagnóstico in vitro para o coronavírus. Ambas as normas fazem parte de uma série de ações estratégicas adotadas pela Agência para viabilizar o acesso rápido e em grande volume a produtos que possam ser utilizados no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. Confira as orientações a seguir: 1- O que é preciso saber sobre o registro de produtos para o diagnóstico de coronavírus? O registro na Anvisa é um processo de avaliação que verifica a regularidade tanto das empresas envolvidas na fabricação e importação do produto, quanto as informações sobre o produto em si, em relação à finalidade proposta e seu desempenho. Dentre as informações de regularidade das empresas são requeridos documentos como a Autorização/Licença de Funcionamento, bem como a comprovação do atendimento às Boas Práticas de Fabricação (BPF). Esses dados habilitam as empresas para diferentes atividades, como a importação ou mesmo fabricação de um produto para a saúde, atendendo a critérios de segurança. Em virtude da emergência de saúde pública internacional do coronavírus Sars-CoV-2 (Covid-19), foram estabelecidos procedimentos temporários e extraordinários para certificação de Boas Práticas de Fabricação, dentre os quais se destacam: - utilização temporária e emergencial de informações provenientes de autoridades regulatórias estrangeiras participantes do MDSAP (Medical Device Single Audit Program – Programa de Auditoria Única em Dispositivos Médicos), em s

Telemedicina como ferramenta imprescindível para enfrentar a pandemia da covid-19

Foi decretada a Lei nº 13.979/2020, em 6 de fevereiro de 2020, que dispõe sobre medidas de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da covid-19, prevendo mecanismos que podem ser manejados pelas autoridades sanitárias com vistas a conter a avanço da doença.Em 17/3/2020, os Ministérios da Justiça e Saúde, em ação conjunta, editaram a Portaria Interministerial nº 5 que reforça a compulsoriedade das medidas de enfrentamento de emergência de saúde pública previstas na referida Lei 13.979/2020.O uso de tecnologias de informac¸a~o e comunicac¸a~o por meio da Telemedicina e´ capaz de produzir melhorias no fluxo das informac¸o~es, no desempenho dos profissionais, no acesso ra´pido e oportuno ao diagno´stico e ao manejo cli´nico, sem contar na qualidade dos servic¸os prestados.Em recente entrevista, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, enfatizou que o Brasil deve comec¸ar a se “preparar para a telemed
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