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Abimed participou do 2º Fórum A Saúde do Brasil

Publicado em 10/05/2015 • Notícias

O Brasil caminha lentamente quando o assunto é inovação. Os principais entraves na área de pesquisa médica e farmacêutica são o alto custo da pesquisa e a burocracia inerente ao processo para se testar e aprovar um novo medicamento, segundo especialistas que participaram do 2º Fórum A Saúde do Brasil nos dias 11 e 12 de maio.

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Segundo Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, os custos trabalhistas e tributários muitas vezes inviabilizam a pesquisa privada e acabam por anular os esforços dos programas de incentivo ligados a entidades como Fapesp, Finep e Proforma.

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Para Paulo Hoff, diretor-geral do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), o avanço da inovação na área médica no Brasil também esbarra em questões culturais. Há um estímulo nas universidades para a publicação de artigos científicos, mas não há o mesmo empenho para incentivar os pesquisadores a gerar novas patentes.

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Aproximar os institutos de pesquisa e a indústria é um dos requisitos para acelerar os processos de inovação. “”Há um bom conjunto de colaboração entre universidades e empresas privadas. Além disso, a Anvisa tem tomado medidas regulatórias para aperfeiçoar o ambiente de testes para novos medicamentos””, afirma Jarbas Barbosa, secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde.

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“O Brasil reúne a oportunidade de mercado, mas carece de uma produção eficaz e de fontes de inovação, fatores esses fundamentais para o sucesso da indústria de dispositivos médicos em nosso país”, pondera Carlos Goulart, presidente-executivo da Abimed (Associação Brasileira da Indústria Médica).

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Nos últimos quatro anos, a economia brasileira cresceu em torno de 10%, mas a produção local de medicamentos caiu de 37% para 31%.

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Assista ao painel que teve participação da Abimed: https://www.youtube.com/watch?v=J0WmMQO9q5A

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Da esquerda para direita: Carlos Goulart (Abimed), Carlos Cruz (Fapesp), Paulo Hoff (Icesp) e Jarbas Barbosa (Min. da Saúde)

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Foto: Jorge Araújo/Folhapress

Fonte: Folha de São Paulo

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