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Estudos clínicos crescem no Brasil para investigação de tratamentos de doenças

Publicado em 15/09/2015 • Notícias

O Brasil vem ganhando destaque mundial no desenvolvimento de estudos clínicos. Segundo o Clinical Trials, o mais importante mapeamento realizados no mundo, o Brasil é o país com a maior quantidade de pesquisas desse tipo na América Latina, com 4509 iniciativas cadastradas, bem à frente da Argentina, que aparece na segunda colocação, com 899 estudos.

?Hoje, os centros de pesquisa estão altamente profissionalizados, atuando com regras rígidas, com recursos humanos altamente especializados e estruturas de primeira linha?, informa Fábio Castro, alergista, imunologista e pesquisador do Instituto de Medicina Avançada (IMA), um dos centros especializados em estudos clínicos de São Paulo (SP).

Para o especialista, um estudo clínico é importante para a saúde pública, permitindo acesso a novos medicamentos com grande potencial de eficácia, além de um controle rígido de doenças. ?Realizamos estudos nacionais e internacionais em diferentes áreas, como alergias respiratórias, imunologia, endocrinologia, reumatologia e cardiologia?, afirma.

Importância para o tratamento

Segundo a Associação de Organizações Representativas de Pesquisas Clínicas (Abracro), além de gerar conhecimento para o tratamento de diversos tipos de doenças, a participação em um estudo clínico é uma oportunidade para pacientes terem acesso a medicamentos inovadores ainda não disponíveis no mercado. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, as pesquisas não são voltadas apenas a doenças como câncer e HIV, mas também a problemas de saúde corriqueiros, como as doenças de inverno. Tratamentos para patologias que acometem boa parte da população, como rinite alérgica, resfriado e gripe também fazem parte das pesquisas realizadas.

Fonte: Portal Snif Brasil

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