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INT já nasceu como referência em pesquisa, diz Aldo em posse de diretor

Publicado em 02/09/2015 • Notícias

O engenheiro metalúrgico Fernando Rizzo assumiu oficialmente a tarefa de comandar o Instituto Nacional de Tecnologia nos próximos quatro anos.

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Rizzo, Aldo e o diretor substituto do INT, Carlos Alberto Teixeira.

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Crédito: Ascom/MCTI

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O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, empossou nesta quarta-feira (2) o engenheiro metalúrgico Fernando Rizzo como diretor do Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI), em mandato para os próximos quatro anos, em solenidade na sede da unidade de pesquisa, no Rio de Janeiro.

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Aldo remeteu à tradição e ao futuro do INT, fundado em 1921, “”quando o Brasil dava os primeiros passos em sua aspiração por soberania e independência científica e tecnológica””. Segundo o ministro, o instituto já nasceu como “”uma referência e uma promessa”” para a pesquisa nacional. “”Ao longo dos anos, ampliou os seus horizontes e hoje se dedica a disciplinas tão variadas e diversas como biocombustíveis, nanotecnologia, materiais e todas as matérias que representam um grande desafio do mundo e também do País.””

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Para o diretor, a unidade de pesquisa “”vem assumindo um papel crescente no apoio à inovação tecnológica”” em áreas estratégicas para a competitividade nacional. “”Assumo o compromisso de trabalhar no sentido de consolidar a desafiadora missão de gerar ciência para o desenvolvimento sustentável do Brasil, transferindo tecnologia para a sociedade e promovendo a inovação.””

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Na opinião de Rizzo, o maior desafio para o mandato é a visão de futuro de tornar o INT, até o ano de seu centenário, 2021, reconhecido como parâmetro nacional em pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. “”Virar referência, na realidade, é algo que transcende a nossa vontade, pois depende do reconhecimento externo, uma consequência do que realmente podemos fazer, que é a busca por excelência””, disse o diretor. “”Já tivemos um impulso importante por meio do programa Embrapii, no qual atuamos como uma das unidades piloto – o que estreitou ainda mais nosso contato com as indústrias.””

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Já o ministro valorizou cada componente do sistema. “”Não há possibilidade de o Brasil retomar de forma permanente o crescimento da sua economia sem competitividade. E não há competitividade sem inovação, como não há inovação se não houver também apoio na ciência básica””, declarou. “”Não existe ciência aplicada e muito menos inovação sem apoio à ciência básica.””

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Balanço

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Representado pelo diretor substituto do INT, Carlos Alberto Teixeira, o antecessor de Rizzo, Domingos Naveiro, recordou – em vídeo exibido na solenidade – seu período à frente do instituto, por dois mandatos, de 2008 a 2015. “”Foram oito anos de muito trabalho, dedicação e compromisso, norteado pelo desafio de dar prosseguimento à trajetória de uma organização quase centenária, com relevantes resultados para a sociedade, acreditando que somos agentes de mudança da realidade do mundo em que vivemos””, disse.

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Na opinião de Naveiro, sua gestão cumpriu grande parte do que foi proposto nos planos de ação apresentados aos comitês de busca de 2006 e 2010. “”E hoje, temos a certeza de que entregamos ao novo diretor um Instituto Nacional de Tecnologia mais próximo de sua visão de tornar-se referência nacional em pesquisa e desenvolvimento tecnológico para a inovação, graças principalmente ao trabalho e ao envolvimento de seu corpo funcional””, comentou o ex-diretor.

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Trajetória

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Fernando Rizzo é professor do Departamento de Engenharia de Materiais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pesquisador nível 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI). Ele estabeleceu seus primeiros vínculos laboratoriais com o INT no fim de década de 1960, quando ainda cursava engenharia metalúrgica na PUC-Rio.

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Mestre pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e doutor em ciência dos materiais pela Universidade da Flórida, o diretor do INT foi professor visitante nas universidades da Califórnia, nos Estados Unidos, e de Leeds, na Inglaterra. De 2006 a 2014, ocupou a posição de diretor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). Em maio, ele concluiu um estágio sênior no Instituto Federal de Pesquisa e Teste em Materiais (BAM, na sigla em alemão), em Berlim. Sua atuação se concentra na área de engenharia de materiais e metalurgia, com ênfase em metalurgia física e transformações de fases.

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O engenheiro foi nomeado diretor em 19 de junho, a partir de um comitê de busca que avaliou currículos e propostas de nove candidatos ao cargo. Em seu projeto de gestão, Rizzo relacionou o INT às funções do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Ele indicou como oportunidades a atuação do instituto como unidade credenciada da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e a articulação com fundações estaduais de amparo à pesquisa (FAPs) e à Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI).

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Compareceram à solenidade os presidentes da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Jacob Palis, da Academia Nacional de Engenharia (ANE), Paulo Augusto Vivacqua, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Augusto Raupp, e das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Aquilino Senra; o presidente executivo da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), Horacídio Leal; o diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães; o diretor-geral do Parque Tecnológico de São José dos Campos, Marco Antonio Raupp; os diretores do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem/MCTI), Fernando Lins, do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC/MCTI), Pedro Dias, e de Inovação e Tecnologia do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), Carlos Aragão; o reitor da PUC-Rio, Josafá Siqueira; o vice-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade Estácio de Sá, Durval Meirelles; e o secretário especial de Ciência e Tecnologia do município do Rio de Janeiro, Franklin Dias Coelho.

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Fonte: MCTI

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