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Terceirizadas podem ajudar hospitais a reduzir gastos e ganhar eficiência

Publicado em 11/11/2015 • Notícias

Com pacotes de serviços personalizados, contratar empresas terceirizadas vira alternativa para hospitais reduzirem custos com limpeza, manutenção de equipamentos e tecnologia. Com os serviços, empresas como Agfa HealthCare, Vivante e Equipamed prometem diminuir em mais de 10% os gastos dos estabelecimentos de saúde.

Para o diretor de serviços para América Latina da Agfa HealthCare, Rodrigo Chibly, em meio a um cenário de retenção de custos, terceirizar alguns setores pode otimizar o faturamento das empresas de saúde. De acordo com ele, antes as empresas terceirizavam a mão de obra e reduziam os custos físicos por um variável. Hoje, a terceirização possibilita a contratação de estrutura de uma área como a tecnologia da informação ou da área de exames de imagem, por exemplo.

“Quando o hospital opera com uma estrutura própria ele precisa manter diversas pessoas que, na maioria das vezes, não têm um alto volume de trabalho que justifique a equipe. Com a terceirização você ajusta a oferta de serviço à demanda e contrata um serviço completo que acaba sendo mais barato”, explicou o executivo ao DCI.

Além dos serviços, Chibly cita que as empresas terceirizadas arcam com os custos de manutenção e com a oferta de profissionais qualificados que são acionados para suprir a demanda de cada cliente.

Vantagens

Para o gerente de projetos estruturados, e responsável pela divisão de saúde da Vivante, Maurício Almendro, as empresas também podem oferecer um alto grau de profissionalização. “Os hospitais não são especialistas em fazer manutenção e também não dispõem de um engenheiro elétrico para avaliar as instalações de um andar, por exemplo. Mas uma empresa terceirizada pode oferecer isso”, comenta ele. Atualmente, a Vivante atua em 19 estados pelo Brasil.

Atuando em uma das grandes redes hospitalares da capital paulista, a Vivante conseguiu atingir uma economia de R$ 420 mil por ano, com a diminuição gastos com energia, água e gás (GLP). Já no hospital Vitória Apart, no Espírito Santo, a empresa fez um investimento de R$ 1,3 milhão em uma usina geradora de energia. Até o ano passado, sem os reajustes energéticos, o resultado era uma economia perpetua R$ 300 mil por ano.

O gerente técnico do grupo Equipamed, Ronaldo Lopes, também concorda com Almendro em relação a profissionalização. O executivo ressalta que outro benefício de se terceirizar algumas áreas é ter a garantia de sistemas seguros, calibrados e de acordo com as normas vigentes. “Além disso, há maior controle das manutenções preventivas e corretivas, e ainda uma maior sobrevida dos equipamentos”, disse ele, lembrando que os hospitais ainda contam com o apoio técnico para eventuais auditorias internas efetuadas por Órgãos da acreditação.

O gerente de projetos estruturados da Vivante também avalia de forma positiva a questão da acreditação para os hospitais. “O sistema de saúde usa acreditações nacionais e internacionais para atestar sua qualidade. As acreditações estão de 30% a 40% relacionadas a serviços de manutenção, higiene, limpeza.

Parceria

Para o diretor de serviços Latam da Agfa HealthCare, muito além da diminuição de responsabilidade e gastos, as empresas precisam entender a terceirização como parceria. Para ele, é importante encontrar empresas que são referências nas áreas que o hospital precisa. “Outro ponto importante é discutir a melhor forma de alinhar os serviços e fazer a transição em etapas, levando em conta a cultura da empresa. Quando se busca um parceiro, se busca experiência.”

Fonte: DCI

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