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Convênio entre laboratório e instituto criará novos métodos para pesquisa in vitro

Publicado em 19/11/2015 • Notícias

O tema das pesquisas biológicas in vitro tem instigado a criação de métodos alternativos que proporcionem resultados com ganhos qualitativos e éticos em relação às técnicas tradicionais. Nesse viés, um acordo foi firmado entre o Laboratório Biosintesis e o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) para desenvolver novas metodologias para pesquisa in vitro. O objetivo principal é criar uma forma inédita para estudos em materiais biológicos e medicamentos radiológicos.

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Os estudos serão desenvolvidos dentro dos princípios de boas práticas de laboratório (BPL), um sistema de qualidade adotado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com ênfase na segurança à saúde humana e ao meio ambiente. Segundo a diretora da Biosintesis, Fabiana Medeiros, a iniciativa é importante para a competitividade brasileira, uma vez que estudos in vitro com estes requisitos de qualidade só estavam disponíveis no exterior. 

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A dirigente destaca que o uso de metodologias in vitro em ensaios biológicos validados e monitorados por sistemas de qualidade robustos possibilita a realização de estudos de segurança e eficácia com grande rapidez e precisão. “Inicialmente a tecnologia tem aplicação na radiofarmácia do Ipen e pode ser desdobrada para outros segmentos da saúde”, ressalta.

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O diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Ensino do Ipen, Marcelo Linardi, salienta a importância do convênio de inovação tecnológica com o laboratório. “O caminho da inovação tecnológica é vital para a política de continuidade dos institutos de pesquisas, pois dá o retorno à sociedade do investimento público em P&D, gerando melhoria da qualidade de vida do brasileiro”.

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O documento que formaliza o convênio entre a Biosintesis e o Ipen estabelece um prazo de dois anos para o trabalho.

Fonte: Agência Gestão CT&I

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