Nosso site usa cookies para melhorar sua experiência. Ao prosseguir você concorda com nossa política de privacidade.

SENAI e instituto alemão firmam acordo para acelerar inovação nas indústrias brasileiras

Publicado em 11/11/2015 • Notícias

Uma solução para reduzir o atraso tecnológico das indústrias brasileiras pode vir de um acordo firmado entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) com a Sociedade Fraunhofer da Alemanha. A partir desta semana, os pesquisadores dos 15 Institutos Senai de Inovação espalhados pelo País poderão trabalhar em parceria e acessar as inovações produzidas pelos 67 Institutos Fraunhofer de forma rápida, principalmente em tecnologias que não estão disponíveis no Brasil.

_x000D_

O acordo é um intercâmbio de expertise e prevê que a indústria brasileira tenha acesso às pesquisas alemãs. A previsão é de que a rede de Institutos Senai de Inovação tenha 26 unidades operacionais em 2017. 

_x000D_

Os institutos são um ente privado, sem fins lucrativos, criados para desenvolver projetos complexos e pesquisas com empresas, nas mais diversas áreas da indústria como petróleo e gás, automotiva, automação, microeletrônica, metalmecânica, aeronáutica e defesa, química e petroquímica.

_x000D_

Uma área, por exemplo, em que a parceria dos Institutos Senai de Inovação com a Sociedade Fraunhofer pode beneficiar as empresas nacionais é na chamada manufatura aditiva, tecnologia em destaque no mundo por usar impressora 3D para fabricar peças em camadas. As impressoras têm capacidade para imprimir peças de plásticos ou ligas metálicas – de aço comum ou liga de titânio –, e desenvolver produtos em parceria com a cadeia de valor do setor aeronáutico para pensar em novas estruturas que vão reduzir o peso das aeronaves ou, em parceria com o setor automotivo, criar peças mais complexas com preços reduzidos.

_x000D_

Atualmente, as indústrias brasileiras produzem suas peças de forma conservadora. Desenvolvem moldes para produção em escala ou esculpem . Essas duas formas têm limitações e um maior desperdício. É preciso um grande número de moldes para fabricar uma peça mais complexa, com uma espiral no interior, por exemplo. A impressora 3D, ao imprimir em camadas, cria objetos com complexidades infinitas.

Fonte: Agência Gestão CT&I, com informações da Agência CNI de Notícias

Mais notícias e eventos